Rafael Miranda, Advogado

Rafael Miranda

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Jonas Edu Gruen, Advogado
Jonas Edu Gruen
Comentário · há 2 meses
ESCLAREÇO QUE AS MINHAS LINHAS NÃO SERVEM APENAS COMO RESPOSTA, MAS OBJETIVA APRESENTAR OUTRA VISÃO EM RELAÇÃO AO QUE FOI ESCRITO ACIMA.

Caro Luiz, apesar de ser Médico percebo que não convive com pessoa acometidas pelo HIV.

Acompanho pessoa afetadas por esta malgrada doença a alguns anos e o que não se divulga, até porque são temporárias, são as "importunações" fisiológicas que os medicamentos (ARV) produzem no corpo (apesar de toda evolução).

Por exemplo, a pessoa pode ficar semanas vivendo e convivendo normalmente com a doença, no entanto, em dado momento o corpo começa a responder de forma "estranha", promovendo todo tipo de mal estar, tais como, diarreias, dores, confusão mental, órgãos internos que não cumprem sua função adequadamente (figado, rim, estomago), etc.

Acrescento, cedo ou tarde o organismo se manifestará, a exemplo de um casal onde, Ela, já aposentada, teve diversas doenças, do coração aos ossos, e Ele, sequer toma o dito "coquetel" e continua na ativa.

Veja, se a pessoa de tempos em tempos deve se submeter a algum tratamento para retornar a atividade, pergunto, quem a manterá no emprego???, mesmo que seja Patrão, como conseguirá gerir sua empresa??

Da mesma forma posso me manifestar com relação a Hanseníase, eis que, tenho em meu ciclo de amizades pessoas que tiveram, trataram, mas ficaram com sequelas, como por exemplo, impotentes para varrer o chão de suas casas.

Assim, meu caro, dizer que "não ha motivo para NÃO terem sua aposentadoria por invalidez revista" é no minimo imprudente, pois, ao certo que quando da concessão, o Medico Perito já identificou a necessidade de, inicialmente, conceder o Auxilio Doença e posteriormente a Aposentadoria por Invalidez.

Como disse uma pessoa que atendi recentemente, "ninguém, nem o medico, sabe o que é conviver com o HIV, somente quem tem, e todos acham que é frescura."

Espero ter contribuído com alguém.

Um grande abraço.
Bruno de Mari, Advogado
Bruno de Mari
Comentário · há 3 meses
Doutores!

Costumo ser muito reservado, inciante na advocacia e acho que este é um dos meus 5 ou 6 comentários em qualquer tipo de rede social, mas não posso deixar passar esta oportunidade.

Eu estava com um texto pronto para ser publicado aqui, exatamente no mesmo sentido, mas a pertinência da reportagem, e o senhor disse tudo, doutor.

O presente da advocacia é realmente desanimador e o futuro é simplesmente desesperador e lamentável.

É triste ver como a nossa nobre atividade, que até certo tempo atrás, tinha mérito comparável à medicina, sem desmerecer outras atividades, hoje encontra-se tomada por advogados que à utilizam para fazer "bico".

Sim, a "advocacia bico", ou seja, o Uber que advoga, o porteiro que advoga, o empresário que as vezes advoga, nada contra essas profissões ou atividades, mas no futuro, nenhum advogado sobreviverá da advocacia sem tenha uma renda fixa provinda de outra atividade, ou contrato que lhe renda mensalmente um salário, e sem opções os advogados vendem para outros advogados, como são os mentores e professores de cursos que prometem alavancar sua advocacia, a oferta será enorme e os honorários cairão e, aqueles que conseguirem sobreviver da advocacia terão de disparar com força total a metralhadora de protocolar ações por qualquer motivo no judiciário e o que sair é lucro, o que irá agravar um órgão que já é deficitário.

É realmente triste ver o a inércia da OAB, MEC, Judiciário, ou qualquer órgão que venha ser prejudicado com a regurgitação de advogados no mercado, visto os péssimos reflexos que esta situação gera.

Enfim, queria falar tanto que mal consigo me expressar devido à indignação, mas peço desculpas se soei ofensivo em qualquer ponto.

Continuemos na luta, Doutores!

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